Quem é que não gosta de ter um cantinho acolhedor em qualquer lugar do mundo? Para mim e para o Paulo, conforto, limpeza e boa localização são características imprescindíveis em qualquer local que nos hospedamos e esses, definitivamente, foram pontos que chamaram a nossa atenção no Hotel Covell, em Los Angeles.

Essa não foi a nossa primeira viagem para a cidade, mas foi com certeza a vez que passamos mais tempo dentro do quarto do hotel. Isso porque tiramos alguns dias off depois da VidCon para refletir um pouco mais sobre o nosso modelo de negócio – algo que a gente esquece de fazer com a rotina intensa de viagens, eventos e gravações.

E vamos combinar que quando o quarto do hotel é aconchegante fica realmente difícil sair, né? 😉

Apesar de não ficar próximo a pontos turísticos clássicos de L.A., o hotel fica no bairro Los Feliz que é o maior charme e tem fácil acesso a East Hollywood e Silver Lake; duas regiões que nós adoramos na cidade. O bairro em si é cheio de brechós, restaurantes legais (como o delicioso HomeState), barzinhos, tem uma vibe bem gostosa e não tão turística.

Assim como o bairro, o Covell tem uma atmosfera única e muito acolhedora. O hotel no estilo boutique possui apenas 9 suítes e cada uma delas conta uma história diferente. O projeto de Sally Breer e Jake Rodehuth-Harrison é baseado em um personagem fictício, George Covell: um jovem rapaz nascido em Oklahoma e que se torna um autor realizado em Nova York.

Cada um dos quartos reflete uma fase da vida do personagem, ou melhor, um capítulo. Nós ficamos na 9ª suíte, que mostra a fase mais atual de George. O quarto é o mais minimalista de todos e tem inspiração na cultura japonesa – a cama mesmo fica em cima de um tablado forrado com carpete.

Foto: Aaron Haxton | Divulgação

Além da decoração superespecial dos quartos, com múltiplas texturas, cores mais delicadas e toque vintage, nós ficamos impressionados com o cuidado em alguns detalhes. Não se encontra uma vitrola vintage com discos de vinil à disposição em qualquer hotel, não é mesmo?

Os amenities e a seleção de comidinhas também eram excelentes! Isso sem mencionar o tamanho da sala de estar/jantar que nós amamos, afinal, dava pra trabalhar por lá com espaço de sobra.

Foto: Aaron Haxton | Divulgação
Foto: Aaron Haxton | Divulgação

O serviço também é outro diferencial do Covell. Quem já se hospedou em hotéis boutique deve saber que não é comum um serviço de concierge ser tão bom. A recepção fica aberta até às 20h e vale super a pena conversar com os funcionários para pedir indicações de restaurantes e pontos interessantes no bairro. Aliás, hóspedes do hotel têm descontos especiais em alguns estabelecimentos e acho que é legal checar antes de sair.

Um dos estabelecimentos com descontos é o Bar Covell que, só pelo nome, vocês já devem imaginar que tem alguma relação com o hotel. Os dois pertencem a Dustin Lancaster e é claro que a gente precisou conhecer. O local possui nada menos do que 150 opções de vinhos e 8 variedades de cervejas artesanais. Aos sábados e domingos eles abrem para brunch às 11h, mas nos outros dias eles abrem a partir das 17h.

Foto: Jakob N. Layman via Time Out

Outro ponto muito positivo do hotel é o rooftop cheio de sofás e puffs ao ar livre perfeitos para relaxar depois de um dia todo de passeio! Tem melhor área comum do que essa?

Foto: Aaron Haxton | Divulgação

Esse é o tipo de hotel que dá vontade de voltar várias vezes para conhecer cada um dos quartos, sabe? Já não vejo a hora de voltar para L.A. no ano que vem – ou até mesmo antes, quem sabe? 😉