É comum vermos pessoas falando sobre a qualidade de chocolates belgas e suíços. No entanto, entender o porquê deles serem diferentes ainda não é um conhecimento geral. Por esse motivo, selecionamos as principais características desses chocolates e vamos compartilhar todas elas com vocês!

Além disso, também contaremos um pouco sobre as particularidades do chocolate brasileiro. Afinal, precisamos conhecer e valorizar os produtos nacionais. Preparados para anotar as dicas?

BELGA

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Foto: Monika Grabkowska

Cremoso e com um sabor de cacau mais amargo e intenso, os chocolates belgas costumam ter pelo menos 35% de sólidos de cacau. Caso contrário, ele não é nem mesmo considerado chocolate, mas sim um doce.

Gorduras vegetais não fazem parte da composição dessa delícia, sendo que a maior parte dos ingredientes é ocupada pelo cacau puro. Consequentemente, ele acaba tendo menos leite e açúcar. Os belgas também foram os responsáveis pela criação dos pralinés e das trufas! Foram ousados o suficiente para criar recheios diferentes e experimentar variadas combinações 😉

SUÍÇO

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Foto: Simone van der Koelen

O chocolate suíço é ainda mais cremoso que o belga. Isso, porque ele possui uma grande porcentagem de leite na sua composição, tornando a textura aveludada. Tendo mais leite, o chocolate derrete com maior facilidade no nosso paladar. É importante lembrar que os laticínios suíços são de altíssima qualidade, como mostramos nos vlogs pela Suíça. Ou seja, impossível ficar ruim!

Outro diferencial dessa maravilhosidade é a sua produção, que passa por um processo chamado de conchagem. Ele foi criado por Rudolph Lindt e nada mais é do que um processo de mistura, agitação e aeração do chocolate derretido. Ao longo desse procedimento, o chocolate fica com sabor e textura mais equilibrados. Ah, e ele conta com uma média de 30% de sólidos de cacau.

NACIONAL

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Foto: lesielle

Chegou a hora de falar da nossa produção nacional! Aqui no Brasil, para um chocolate ser considerado como tal, ele precisa ter apenas 25% de sólidos de cacau. Apesar disso, aqueles com essa porcentagem maior acabam sendo melhores tanto em questão de sabor como também com relação à textura.

Aqueles mais baratos tendem a ter muito açúcar e gorduras vegetais em sua composição. A manteiga de cacau é mais cara e muitas empresas deixam de utilizá-la como forma de baratear o produto. Como consequência, ele acaba não derretendo tão bem no nosso paladar.

É claro que essa não é uma regra, por isso é válido olhar na embalagem de cada um a quantidade de cacau e o tipo de gordura utilizada nele para comer um chocolate com um sabor mais intenso!

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